Ads 468x60px

Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens

Maçã tem mais dinheiro que país?


Foto: TheIronLion
Acompanhando o noticiário mundial nos últimos dias, só vejo falando de papéis com rating  AAA ou “triple A”, default que se traduz no calote que os EUA podem dar em alguns setores da economia – entenda-se os menos favorecidos - e o esforço desmedido dos republicanos em manchar a imagem pública de Obama. Mas foram as custosas guerras, as reduções de impostos e a crise de 2008 (tudo isso promovido por um representante Republicano) são alguns dos fatores que influíram para o fato dos Estados Unidos se encontre à beira da cessação de pagamentos, o que pode afetar gravemente a economia mundial. Devidamente ilustrado no discurso de segunda-feira do presidente Barack Obama: "Durante a última década, temos gastado mais dinheiro do que temos recebido". Os democratas lembram que o orçamento federal estava em superávit quando Bill Clinton deixou a presidência dos Estados Unidos em janeiro de 2001 e que o déficit começou a elevar-se durante a presidência de seu sucessor, George W. Bush que em 2001 enviaria tropas ao Afeganistão depois do 11 de setembro e em 2003, ordenou a invasão do Iraque para derrubar Saddam Hussein, em busca de armas químicas (?) se me recordo bem. Em torno disso tudo me lembrei de um vídeo da Annie Leonard, ficou muito famoso aqui no Barsil com o título “História das Coisas” onde ela narra sua pesquisa para entender o consumo desenfreado no planeta. Em certo momento ela alerta sobre o papel de subserviência que os governos têm para com suas corporações privadas. Na época duvidei, mas hoje o que se veicula é o fato da Apple ter mais dinheiro em caixa que o governo dos EUA, mais precisamente US $ 73.7bn do governo americano contra os US $ 76.4bn da Apple.
Postado por Pelliciari 

Afirmando: A Maçã tem mais dinheiro que o país (sem interrogação)
Maçã com mais dinheiro do que EUA 
Presidente dos EUA, Barack Obama é conhecido por ter um IPAD, como outros 28 milhões de pessoas e a Apple agora tem mais dinheiro para gastar do que o governo dos Estados Unidos.
A Casa dos Representantes dos EUA deve votar em um projeto de lei para elevar o teto da dívida do país, permitindo-lhe pedir mais dinheiro para cobrir os compromissos de gastos.
Se não conseguir estender o limite atual de US $ 14,3 trilhões de dólares, o governo federal poderá ter dificuldades para honrar compromissos, não necessariamente fazer pagamentos assumidos, mas sim deixar de alimentar a previdência e a saúde pública. Fiquei admirado ao ver um representante dos padrões reacionários, e perceber, que em determinados momentos a razão chega a todos, quando vi na noite de quinta-feira o Arnaldo Jabor ilustrando minhas impressões no Jornal da Globo, em sua crônica diária. Tive de colocá-lo a seguir porque muitos podem não acreditar em mim. Deve ser porque ontem foi aniversário do PUNK, --:-/

fontes: 

Leia Mais…

5 anos de Twitter

Jack Dorsey e Biz Stone
Impossível pensar no mundo moderno sem o Twitter.  O serviço de microblog que acaba de comemorar 5 anos e se mostra de extrema importância nos mais diferentes cenários e operações comerciais do mundo. Está no topo.  Talvez nem os próprios criadores saibam até onde pode ir a plataforma.  Coloquei abaixo 2 matérias e o filme comemorativo do aniversário do Twitter. Parabéns e Vida longa, espero que o próximo passo da tecnologia da informação venha do Brasil.

Por Claudia Tozetto (iG São Paulo)
Twitter faz cinco anos com 140 milhões de mensagens publicadas por dia
Para comemorar, fundadores lançaram vídeo com depoimentos de personalidades sobre impacto do Twitter na vida das pessoas
Com cerca de 200 milhões de usuários em todo o mundo, o Twitter completa hoje cinco anos. "É fácil lembrar quando eu trabalhava com Evan Willians e Jack Dorsey em um projeto chamado Twitter como se isso tivesse acontecido na semana passada", diz Biz Stone, um dos fundadores do Twitter, em mensagem no blog oficial.
Para comemorar a data, os fundadores da rede social publicaram um vídeo comemorativo (em inglês). Nele, um série de personalidades, como Hillary Clinton, Piers Morgan, Serena Williams, entre outros, falam sobre qual o impacto do Twitter na vida das pessoas. Confira abaixo a reportagem da TV iG sobre o aniversário do Twitter:

Por Rodrigo Martins (estadao.com.br)
Ideia do Twitter nasceu em 1992, inspirada em taxistas
O Twitter completa nesta segunda-feira 5 anos no ar. Mas a ideia do serviço, acreditem, vem de 1992. O programador Jack Dorsey, aos 15 anos, produzia softwares para que taxistas dissessem onde estavam. E daí pensou: por que não permitir às pessoas fazerem o mesmo?
O projeto ficou na gaveta até 2006, quando nasceu o Twitter. Entrevistei Jack para o Link em 2009. A reportagem foi publicada no dia 12 de março, quando a rede de microblogging fazia 3 anos.
Uma curiosidade: na ocasião, a previsão dos próprios responsáveis pelo Twitter era de que o serviço estourasse em 5 anos. Mas só foram necessários alguns meses para virar este “monstro” que é hoje.
Outra curiosidade: na entrevista, Jack conta porque no Twitter só cabem 140 caracteres: é o número máximo para mensagens SMS. Sim, o Twitter foi pensado para SMS originalmente.
Um homem de poucas palavras
Ele está com a caixa de e-mails lotada de pedidos para entrevistas. Todos os dias, é pelo menos mais uma dezena que chega. Há três anos, Jack Dorsey era apenas um desconhecido programador de softwares para rastreamento de táxis. Hoje, tornou-se @jack, acompanhado por mais de 140 mil pessoas, que querem saber o que ele pensa e faz. Tudo por causa de uma ideia que teve aos 15 anos, estreou quando tinha 29 e transformou-se no maior sucesso digital agora que ele tem 32: o Twitter.

Leia Mais…

O extraordinário impacto do lixo

Pode apostar que, quanto mais lixo produzimos, pior estamos nos alimentando.
Na semana passada fui ver um filme que deveria ser exibido em todas as escolas do país! "Lixo Extraordinário", documentário que concorre ao Oscar 2011, mostra a vida dos catadores de material reciclável no aterro sanitário do Gramacho, um dos maiores do mundo, no Rio. Também mostra como a arte pode virar a realidade dessas pessoas de cabeça para baixo.
Quando a gente produz nosso lixo diário, dificilmente pensa no impacto que esses dejetos vão ter para o ambiente e para a vida de outras pessoas. Além de separar os recicláveis (o que já deveria ser uma prática regular em todos os cantos do planeta), a própria maneira como consumimos, produzimos lixo e nos livramos dele deveria ser revista.
É uma cadeia de produção assustadora! O que isso tem a ver com saúde? Tudo! Pode apostar que, quanto mais lixo produzimos, pior estamos nos alimentando!
Outro filme que me veio à cabeça quando vi "Lixo Extraordinário" foi o já clássico "Ilha das Flores" (1989), curta do diretor gaúcho Jorge Furtado que, contando a saga de um tomate, faz uma crítica ácida à nossa sociedade de consumo. A questão ambiental ocupa cada vez mais espaço em nossas vidas. Água, energia, lixo e aquecimento global são temas que vamos ter de encarar. A ligação de tudo isso com nosso estilo de vida, nossa saúde e nosso comportamento não é uma discussão tão óbvia, mas é fundamental. Essa "ecologia" humana já é uma das bolas da vez!
Talvez o mais bonito desse filme seja justamente focar as pessoas, no impacto que o lixo produz em suas vidas, no resgate da sua auto-estima, no poder de compreensão do que é a arte e em como ela pode ser transformadora. Na semana passada, voando para o Rio encontrei um dos personagens (o Tião). Virei tiete! Como o cara é bacana! O lixo pode ser mesmo extraordinário!
*Jairo Bouer é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com residência em psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da USP. A partir do seu trabalho no Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas da USP (Prosex), virou referência no Brasil sobre saúde e comportamento do jovem. Além da prática de consultório, mantém programas em TV e rádio e colaborações em jornais, revistas e sites. Este artigo foi publicado originalmente no caderno Folhateen do Jornal Folha de S.Paulo, na edição de dia 14/02/2011.

Leia Mais…

Eco Coke

‘Eco Coke’ é o simples e elegante conceito de Andrew Kim para a substituição da garrafa de Coca-Cola. Substituindo o plástico por matérias-primas 'verdes' (odeio este conceito) e tornando a garrafa retangular esta é uma proposta que foca a ecologia e a eficácia pelo aproveitamento do espaço, num incentivo à reciclagem, essa sim uma boa idéia.
A cada cinco minutos são utilizados dois milhões de garrafas de plástico apenas nos Estados Unidos. Não será difícil ou errado deduzir que uma grande parte dessas garrafas pertencem à Coca-Cola, e não estariam apenas cheias da bebida homônima, já que a famosa e poderosa marca comercializa outras, como é o caso da Sprite.
Tal quantidade de plástico acarreta emissões de carbono consideráveis e o prezado design das garrafas PET em pouco ou nada ajuda.
Pela observação, lógica e simplicidade, o jovem estudante universitário inglês, Andrew Kim, propôs-se reinventar a garrafa de Coca-Cola, com bastante sucesso, deve dizer-se.
As garrafas de plástico ocupam demasiado espaço, não o aproveitando convenientemente, cheias ou vazias, e apesar de 100% recicláveis, apenas 50% das garrafas distribuídas chega a ser reciclada. Se pensarmos no transporte: camiões, contentores de navio, entre outros, são rectangulares… Porque não dar essa mesma forma às garrafas?
É essa a solução genial de Andrew com o conceito ‘Eco Coke’, criado curiosamente como projecto no seu segundo semestre do ano de caloiro. Com um design minimalista, atraente, polido e com algo de futurista, esta embalagem ocupa menos espaço no transporte e armazenamento. Quando cheia ocupa menos espaço que as garrafas actualmente no mercado e pode ser empilhada, já que topo e fundo encaixam na perfeição. Quando vazia, o seu volume reduz-se facilmente em 66%.
Ao factor espaço, e consequente incentivo à reciclagem, une-se outro factor verde: a nova garrafa é feita inteiramente de subprodutos da cana-de-açúcar, matéria-prima renovável, barata e com baixas emissões de dióxido de carbono e outros poluentes.
Em termos estéticos, ainda que com novo formato, e até nova abertura numa posição não central para uma posição mais confortável ao beber, a marca gráfica é bem preservada e facilmente identificável. O mesmo produto, o mesmo sabor, um design actual, funcional, económica e ecologicamente viável.
Apesar das evidentes potencialidades deste conceito, e ainda que haja rumores nesse sentido, é ainda incerto se a Coca-Cola estará disposta a abdicar da componente histórica da sua icónica garrafa. A ideia é genial, e tanto a marca como o ambiente teriam muito a ganhar com ela.

Leia Mais…

Obsolescência Planejada

Comprar, tirar, comprar
Os produtos que compramos não duram tanto quanto deveriam. Por quê?

Obsolescência Planejada é a condição que ocorre a um produto que deixa de ser útil, mesmo estando em perfeito estado de funcionamento. Ou seja, são produtos deliberadamente projetados para deixar de funcionar em um curto espaço de tempo. São as porcarias industrializadas que consumimos em nosso dia-a-dia crentes que estamos adquirindo produtos de uma boa qualidade. Entretanto, a qualidade deles são boas para quem os produz, pois, esses produtos são fabricados visando a minimização dos custos e a maximização dos lucros. Por isso os produtos precisam ser baratos e frágeis, tendo sua obsolescência planejada para serem trocados seguidamente. Sendo caros, as pessoas não aceitariam sua má qualidade.
Com o avanço da tecnologia os produtos eletrônicos, como o celular, evoluíram em desing e funcionalidades. Agora esses pequenos aparelhos, dos quais somos atualmente dependentes, estão sendo projetados para deixar de funcionar em poucos anos, ou até menos. Cheguei a conclusão que os celulares não estragam mais, eles são produzidos pelo sistema da obsolescência planejada, sendo assim, são projetados para “estragar” em um determinado prazo. Imagina toda essas campanhas publicitárias para vender novos aparelhos de celular se os aparelhos durassem anos como era antigamente. Tem pessoas que trocam de celular de acordo com a moda. É somente a empresa lançar um novo modelo que este consumidor já se desfaz do seu aparelho “antigo” e adquire um novo.
Você já pensou como os objetos e aparelhos hoje em dia estragam ainda novinhos? Antigamente, um fogão, uma geladeira, uma cama, eram para toda a vida. Hoje estamos infestados de produtos que são estrategicamente fabricados para serem rapidamente descartados. Para mim isso se chama porcaria. A inteligência humana ao invés de desenvolver produtos duradouros, que utilizem poucos bens naturais e energia, faz exatamente o oposto. A geneosidade da tecnologia foi utilizada para manter um sistema de consumo e descarte exacerbado. Realmente estamos esquecendo de perceber que o planeta Terra é um sistema finito. Não se pode extrair seus bens naturais para criar produtos que serão descartados em menos de um ano.
Segundo estudo feito pela norte americana Annie Leonard, produtora da animação A História das Coisas, 99% dos produtos industrializados nos Estado Unidos são descartados em menos de seis meses. Nesta animação temos a nítida percepção de que nosso sistema de produção está errado. A cadeia produtiva atualmente é linear. Extrai o máximo dos bens naturais e causa um grave impacto no descarte dos bens de consumo. Nós processamos a Natureza e a transformamos em porcarias. O sistema funciona assim há algumas gerações apenas. Á poucos anos, os carros duravam décadas e os eletrodomésticos eram para uma vida inteira. E agora tenho que comprar um novo celular a cada ano. Algo está realmente errado. Mas onde está o erro deste sistema?
Assim como na política, que na teoria é do povo para o povo, no mercado é a mesma situação. Enquanto os consumidores não se organizarem e reivindicarem por produtos de qualidade nada conquistaremos. O poder está na mão do cidadão, se todos nós nos manifestarmos contra esse sistema que está exaurindo o planeta conquistaremos nossos direitos. Está na constituição brasileira no Art. 225: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.” Todos temos o dever de defender e preservar o meio ambiente. Essa não é uma tarefa apenas de ambientalistas e ecologista, mas sim de toda a civilização.
(Artigonal SC #1692566)

Leia Mais…

Marketing de Guerrilha


A beleza da guerrilha, tanto no combate quanto no marketing, é que ela enxerga o campo de batalha em duas esferas: a física e a moral. Desta forma, organizações que fazem uso destas estratégias conseguem potencializar uma ação no plano material fazendo com que ela tenha uma repercussão mais do que proporcional no plano psicológico. O pensamento guerrilheiro não se preocupa apenas com a ação. Pelo contrário, seu foco está muito mais na repercussão. A importância não está em quantos foram atingidos, mas em quantos falaram.
Pequenas ações coordenadas por um grupo extremamente ágil, acontecendo de forma surpreendente em vários lugares, dão a impressão de que as forças guerrilheiras estão por todo lado. No plano físico, são casualidades pequenas. Mas no plano moral, o impacto é grande. Você adquire a sensação de que não está seguro e qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento. Rumores surgem. O clima de pânico dá a superioridade moral para uma força que na esfera física talvez não tivesse chances contra um inimigo maior.
A mesma matriz se aplica ao marketing. Ações coordenadas, executadas de forma surpreendente, conseguem atingir uma importância moral muito maior do que a sua real importância física. Ao reverter o pensamento da propaganda tradicional, que se preocupa muito mais em ocupar o terreno para transmitir a sua mensagem (comprando mídia), o pensamento guerrilheiro potencializa os seus recursos não se preocupando em ocupar o terreno, mas sim os discursos. No plano psicológico. Fazendo com que a força do boca-a-boca dê a impressão que uma ação é muito maior do que ela realmente é.
E quando pensamos no ambiente digital como um terreno de campanhas e tentamos desenhá-lo em um plano material e em outro psicológico, logo chegamos a conclusão de que o primeiro, por definição, é irrelevante. O conceito de materialidade é justamente o oposto do conceito da “virtualidade” que rotula este nosso novo universo de interação social.
Na rede a ação pode chegar a ponto de simplesmente não ter existido fisicamente. Pode ser só uma história, uma montagem, um vídeo com uma legenda reescrita, um slogan subvertido, uma piada. Em muitos casos isso já é suficiente para gerar a repercussão e povoar os assuntos.
Campanhas no ambiente digital devem começar sendo pensadas na esfera moral. O pensamento guerrilheiro já funciona assim e reconhece que a internet é movida a conversa. E a superioridade em conversas se alcança com bons argumentos, não com conquista de espaço físico. O tom de voz monótono, repetido a exaustão pelos bordões publicitários para se fixarem facilmente nas nossas mentes são desprezados em um ambiente onde a conversa é natural e genuína. A atuação interruptiva ou a tentativa de compra de opinião, quando não é ignorada é repudiada por este novo mercado conectado.
No plano psicológico, uma mensagem repetida exaustivamente pelo mesmo emissor não vira verdade, vira chateação. A conquista da mente em um ambiente sem hierarquia, onde todos têm voz, se dá pela pluralidade de emissores, dando a sensação de que suas forças estão onipresentes.
Wagner Martins é sócio da Espalhe Marketing de Guerrilha

Leia Mais…

IBM constrói Planeta Inteligente?


IBM - Cormecial show! Responsabilidade e coerência nem tanto.
Vamos construir um Planeta Inteligente? Este é o posicionamento oficial da IBM sobre o que está acontecendo no mundo e como podemos usar a tecnologia para fazer o planeta funcionar melhor. O mundo chegou a um ponto crítico de inflexão. Questões recentes como a turbulência nos mercados financeiros, as preocupações ambientais, o suprimento global de comida e remédios, a segurança, entre outros, foram solavancos que nos fizeram despertar para a realidade e os perigos de sistemas globais altamente complexos.
Para 2010, queremos mostrar como o uso correto das informações pode ajudar o mundo a se tornar mais inteligente.
Mas temos de concordar que essas empresas, são realmente muito engraçadas. Estragam tudo com a única preocupação de manterem seus empregos e a saúde economica da empresa, estragam o meio ambiente, fabricando seus produtos apenas com a preocupação financeira, pouco importa se é por crianças e situações analogas à escravidão, sem preocupação social alguma e depois veem posar de "bom moço", fazendo campanhas contra a destruição do meio ambiente!
Puta, ops... pura hipocrisia! Também porque Chinesinho vai querer computador, lá trabalham 14 h/dia, 7 dias por semana...

Leia Mais…

Do lixão para Hollywood



Eleito pelo artista plástico Vik Muniz 'embaixador de Gramacho', Tião Santos, de 32 anos, uma vida inteira chafurdada no lixo despejado naquele que é o maior aterro sanitário da América Latina, promete: se Lixo Extraordinário - o filme que coestrela com o artista e seus companheiros catadores - ganhar o Oscar de melhor documentário, 'vai ser o maior mico de todos os Oscars'. Maior até do que o do diretor italiano Roberto Benigni quando venceu A Vida é Bela.
'Sou emotivo. Vou dar um grito, acompanhado de choro. Tenho certeza que vamos ganhar', justifica Santos, presidente da Associação de Catadores de Material Reciclável de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Gregário, articulado e engajado até o último dreadlock, leitor de Nietzsche, Maquiavel e Dan Brown, o futuro sociólogo (ainda vai terminar o Ensino Médio, mas já pensa na universidade), parece um líder natural, aos olhos de quem o observa em ação.
Na última terça-feira, depois de dar oito entrevistas, motivadas pelo anúncio da indicação do filme dos diretores João Jardim, Karen Harley e Lucy Walker (esta, inglesa) ao maior prêmio do cinema, e de posar para o Estado sobre uma montanha de plástico já separado, o presidente da associação conduziu uma assembleia com cerca de cem catadores.
No galpão da entidade, num calor inimaginável, enxugava o suor da testa com a camiseta enquanto tentava conscientizar a plateia sobre a importância da união da categoria. Fundamental neste momento de desativação do aterro, que torna iminente a perda de trabalho para 2,5 mil pessoas, diretamente, e 7 mil, indiretamente (os comerciantes das redondezas), nas contas dos próprios. Consegue-se chegar a R$ 1,2 mil mensais, segundo contam.
'Lá fora, a coleta se deu pela questão ambiental; aqui, foi pela exclusão social', diz Santos, com a experiência de quem já observou de perto o sistema alemão, espanhol e sul-coreano - viajou graças à circulação do filme, premiado nos festivais de Berlim e Sundance.
'O governo acha que somos uma cambada de idiotas. Não pode fechar e acabou', diz Santos. 'Precisamos de uma proposta. São famílias inteiras, com taxa de natalidade de quatro, cinco filhos, e senhoras que trabalharam a vida toda e precisam de uma aposentadoria', explica o catador.
Origem. As filmagens foram há três anos. A ideia de Vik, artista conhecido pela utilização de materiais não convencionais em suas obras, era montar uma série de quadros a partir de objetos coletados no aterro, usando os catadores como assistentes e filmando todo o processo. 'O que mais me impressionou foi a determinação, o empreendedorismo deles. Não quero endeusar ninguém, mas eles conseguem isso mesmo em um ambiente inóspito daqueles', conta o diretor João Jardim.
Ninguém ali imaginava que chegaria tão longe. 'Antes a gente não tinha voz; agora, estamos falando para o mundo todo', orgulha-se José Carlos Lopes, o Zumbi, catador desde criança.
'Nós inventamos uma profissão. É insalubre, mas é melhor do que passar fome. Quando anunciam que vão fechar uma fábrica da Volkswagen, todo mundo se mexe. Se é aqui, ninguém fala nada', lamenta Glória Santos, irmã de Tião. Desde que ele ganhou fama, por conta da parceria com Vik - cujo resultado foi visto também na abertura da recém finalizada novela Passione -, ela faz as vezes de sua assessora de imprensa.
É Glória quem adverte, logo na chegada da reportagem, repetindo a frase-chave do irmão: 'Não somos catadores de lixo, e sim de material reciclável. Quem cata lixo é visto como lixo.' Os dois há anos já não estão no aterro - ficaram na parte administrativa da associação.
O sonho agora é que a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), da capital fluminense, de onde chegam milhares de toneladas de dejetos diariamente, leve a cabo os fundos prometidos para amparar os futuros desempregados.

Leia Mais…

Nike lança tênis feito de papel reciclado

A mania de consumo exacerbado trouxe sérios problemas à sociedade, como a superprodução de lixo. Alternativas sustentáveis, como a reutilização dos recursos, estão sendo adotadas por muitas marcas do mercado para evitar que essa questão se agrave. Esse foi o posicionamento da Nike, que lançou um tênis feito de papel reciclado.
Voltado para o público feminino, a linha Women’s Premium Print Pack vem com três modelos: o Blazer Mid, o Air Rift e o Flash Macro. Eles foram fabricados com tiras de revistas recicladas, que foram tratadas de maneira especial para garantir a resistência e a durabilidade reconhecidas da marca.
Todos os tênis são exclusivos, já que cada um recicla papéis diferentes e, consequentemente, possuem estampas diferentes; o que torna a novidade ainda mais estilosa. Eles foram produzidos em baixa escala e são vendidos separadamente.
A empresa adota práticas de reciclagem há muito tempo, como na fabricação do Nike Grid (material feito de tênis velhos e papel reciclado que pode ser usado em todos os tipos de superfícies desportivas) e na coleta de sapatos velhos. Em 2008, a marca lançou o Nike Trash Talk, uma linha que produziu os artigos a partir de resíduos de fábricas.
O Women’s Premium Print Pack foi introduzido nos mercados chinês e europeu no primeiro dia do ano de 2011, mas não há previsão de quando chegará ao Brasil.

Leia Mais…

Free Software Song

Acabei de assistir ao documentário Revolution OS que fala sobre Software Livre, GNU/Linux, Unix, Cultura Hacker, e fortes críticas a empresa Microsoft. Em formato jornalístico, ele conta a fascinante história da filosofia do software livre e a explosão do Linux, ainda durante a bolha de investimentos da internet da década de 1990.
Com depoimentos das maiores figuras do software livre e do open source, tais como Richard Stallman (imagem acima), Linus Torvalds, Eric Raymond, Bruce Perens e outros, o filme convence a qualquer um a aventurar-se pelos sistemas operacionais livres, cuja filosofia de compartilhamento, liberdade e comunidade remonta a ideais que pareciam esquecidos após duas décadas de yuppies e neoliberais individualistas.
Primeiramente e preciso ter a idéia de comunidade bem definida, esta idéia surgiu dentro de grupos hackers que estudavam e programavam em universidades, esses grupos trocavam informações entre si, de modo que o software pudesse ser modificado, e utilizado por qualquer pessoa. Um dos grupos mais conhecidos e pioneiro nesta idéia de comunidade se chamava Homebrew Computer Club. Foi um clube pioneiro de hobbyistas que construíam computadores no Silicon Valley, os quais se reuniam (sob este nome) de Março de 1975 até aproximadamente 1977. Vários hackers de alto nível e empreendedores de TI surgiram de suas fileiras, incluindo os fundadores da Apple Computer. Todos ali acreditavam que a computação traria desenvolvimento sócio-ecônomico através do acesso a informação, e assim fariam o mundo um pouco melhor.
Foi exatamente dentro deste grupo que Bill Gates escreveu uma carta ou manifesto dizendo que a possibilidade de que o software seja encarado como um potencial negócio futuro, e que deve-se criar meios de se "proteger" essa nova "propriedade" para que ela possa ser explorada por aqueles que a produzem que nessa época era desenvolvido por acadêmicos, hackers, nerds, geeks e aficionados por computador em geral.
Como todos nós sabemos, hoje temos Software Livre e Proprietário, e nosso amigo Bill Gates hoje desenvolve Software Proprietário em sua empresa Microsoft.
Mas esta carta de Bill Gates não acabaria com a comunidade existente em Homebrew...


Caso interesse AQUI está o Torrent do filme
E AQUI as legendas em português

Leia Mais…

Senadora do DEM ganha Prêmio

Kátia Abreu ganha prêmio 'Motosserra de Ouro' por defesa do desmatamento:

Líder da bancada do agronegócio no Congresso e fiel defensora das propostas de mudanças no Código Florestal brasileiro, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) recebeu das mãos de uma ativista do movimento indígena da Amazônia, junto com o Greenpeace, o prêmio Motosserra de Ouro, símbolo de sua luta incansável pelo esfacelamento da lei que protege as florestas do país. [Kátia Abreu é pecuarista e presidente da Confederação Nacional da Agricultura – CNA].
A ativista tentou presentear Kátia Abreu com uma réplica dourada do instrumento usado para desmatar florestas no lobby do hotel em que está hospedada em Cancún, onde participa da 16ª Conferência de Clima da ONU (COP16). A senadora desprezou o agrado, visivelmente irritada, e deixou para a ativista apenas os comentários irônicos de seus assessores. A condecoração serviu para lembrar aos ruralistas defensores do relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que prevê alterações na lei, que essa proposta representa uma grave ameaça ao ambiente.
Fonte: Greenpeace e Cássio Augusto – professor e mestrando em História UEM.

Leia Mais…

Bernard Madoff, enxoval n°61727-054

PEDAÇOS DA HISTÓRIA
3 mudas de uniforme cáqui e a nova identidade costurada no bolso direito da camisa: 61727-054. É o enxoval do maior investidor golpista do mundo - o anterior foi leiloado
Não se sabe se o dono das mais de mil peças leiloadas na manhã do sábado, 13 de novembro passado, em Nova York, assistiu ao noticiário de televisão referente ao evento. No leilão anterior, que fez passar pelo martelo a sua coleção de mais de quarenta relógios Rolex, Piaget e correlatos, ele ficou um tanto aborrecido ao ser informado do valor de arremate de uma das peças mais valiosas do lote: 900 dólares. “Me garantiram que valia perto de 200 mil”, queixou-se. Para Bernard Madoff, que há dois anos sobrevive com apenas um Timex Ironman comprado por 41,65 dólares no almoxarifado da prisão, tempo e dinheiro deixaram de ser sinônimos. Como detento número 61727-054 do complexo penitenciário federal de Butner, na Carolina do Norte, o autor da maior fraude financeira da história cumpre prisão perpétua de 150 anos.
Reduzida por bom comportamento, a condenação expira na manhã de 14 de novembro de 2139. Ou seja, dentro de 129 anos. Sem qualquer chance de Madoff não mofar na prisão. (Já no Brasil, onde o cumprimento máximo de pena é de 30 anos, um condenado a 278 anos de detenção, como o médico Roger Abdelmassih, recorre em liberdade).
Não se sabe se ao leilão do mês passado compareceu alguma vítima do investidor golpista. Elas são mais de 3 mil espalhadas mundo afora. Incluem desde amigos crédulos a investidores profissionais gananciosos e entidades humanitárias como a Fundação Elie Wiesel e a Fundação Steven Spielberg.
Filho de um bombeiro hidráulico judeu, Madoff jamais discriminou por raça, sexo ou religião. Aplicou o “esquema Ponzi” em quem acreditou nele, defraudando investidores de todos os credos, gêneros, pigmentos e latitudes numa gatunagem que pode chegar a 65 bilhões de dólares – dos quais apenas 1,5 bilhão foi recuperado até setembro passado.
Para ter acesso ao salão de 450 lugares do 2º andar do hotel Sheraton, na Sétima Avenida, onde se realizou o leilão, bastava deixar uma caução de 500 dólares e mostrar um documento de identidade. Houve quem visse ironia no fato de interessados em arrematar peças do escroque-mor serem obrigados a, como informava a oficial de justiça encarregada dos procedimentos, fazerem um depósito “de boa-fé” – um valor simbólico a representar o compromisso de homens de bem em não dar o calote mais tarde.
Tampouco passou despercebida a trilha musical que serviu de pano de fundo para a abertura dos trabalhos. Reverberava no salão a balada patriótica mais popular nos Estados Unidos de hoje: God Bless the USA, do cantor country Lee Greenwood, que supera em execuções o hino nacional americano e o clássico God Bless America, de Irving Berlin. Um sinal eloquente de celebração da justiça e do capitalismo: o escroque está morto, viva o sistema e passe-me lá aqueles tacos de golfe.
O desenrolar técnico do leilão ficou a cargo da firma texana Gaston & Sheehan, mas a supervisão e a renda ficaram sob a jurisdição do U.S. Marshals Service, o departamento do Ministério da Justiça responsável por executar decisões judiciais. No caso, o valor angariado de 2 milhões de dólares foi direto para os cofres do Fundo de Ativos Confiscados, uma conta gerida pelo ministério e instituída para compensar as vítimas da fraude.
Divididos em 489 lotes, todos os itens leiloados foram recolhidos em duas propriedades do casal Bernard e Ruth Madoff – o duplex de cobertura da rua 64 com Park Avenue, em Nova York, e a casa de praia de Montauk, em Long Island, Nova York, arrematada por 9,4 milhões de dólares. Mas são sempre as peças prosaicas do dia a dia dos poderosos, sejam eles escroques ou não, que despertam fascínio popular quase universal. Na arca de miudezas Madoff, uma tesourinha de cortar cutícula ou uma pantufa italiana de veludo negro com monograma bordado em fios de ouro são capazes de despertar grande excitação na plateia.
Um piano de cauda Steinway de 1917 saiu por 42 mil dólares, seis vezes mais do que a avaliação mínima. “Tenho outros pianos em minhas casas, mas o de Madoff representa um pedacinho de uma boa história. Servirá de ótimo tópico de conversa para nossos convidados”, garantiu o octogenário John Rodger, feliz da vida com o arremate.
O lote de número 380, que incluiu onze pares de cuecas de grife ainda embaladas, 109 pares de meia usados e 138 novinhos em folha, saiu por 650 dólares. As pantufas tamanho 39 foram arrematadas por um jovem que calça 45. Nenhum dos 250 pares de sapato que Madoff não chegou a calçar deixaram de encontrar um pé amigo.
Treze meses antes do leilão de novembro, Barbara Picower lia placidamente uma revista deitada numa espreguiçadeira de sua mansão em Palm Beach, na Flórida, enquanto o marido se afogava a poucos metros de distância. A viúva contou aos investigadores que só ao levantar os olhos da leitura se deu conta de que o esposo de 67 anos jazia inerte no fundo da piscina. Jeffry Picower estava sob investigação federal, suspeito de ser o maior beneficiário do crime financeiro do século. Teria lucrado 7,2 bilhões de dólares com o fundo Bernard L. Madoff Investment Securities LLC. Resta Madoff.
No complexo penitenciário de Butner, “Bernie” continua sendo o cara. Apesar de vestir o mesmo uniforme cáqui dos demais presos e circular de chinelo de couro barato, o ex-financista possui uma legião cativa de admiradores. Conta-se que, em leilão anterior de suas posses, os internos que acompanhavam o noticiário pela televisão se admiraram tanto com o vulto das trapaças, que se viraram para o bom velhinho com olhos de sincera admiração: “Puxa, Bernie, você roubou milhões!” Bernie ficou perplexo, indignado mesmo: “Milhões?! Não, bilhões!”
Presume-se que a salva de palmas tenha durado minutos.

Leia Mais…
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...